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Em pé, da esquerda para à direita: o preparador físico Glauco Gaudenzi, o preparador de goleiros Pavão, Gessé, Cabeça, Fábio Seixas, Elói e Beto; Sentados: Bruno Bahia, Ricardinho, Pedrinho, Paulinho, Diego Higino, Fábio Costa e o massagista Beja/Foto: Alex Jordan/Ascom

A apaixonada torcida granadeira compareceu em bom número no estádio Armando Oliveira, em Camaçari/Foto: Alex Jordan/Ascom

Jogadores do Galícia comemoram o gol de Fábio Costa, marcado aos 15 minutos de jogo/Foto: Alex Jordan/Ascom

Bola na área do Camaçariense. O zagueiro Cabeça e o atacante Diego Higino tentam o cabeceio - Galícia pressionou os donos da casa/Foto: Alex Jordan/Ascom

O Parque Santiago é o estádio do Galícia Esporte Clube. A construção do equipamento esportivo começou na década de 1980, mas a obra foi finalizada em 1995. Além de um campo gramado com dimensões oficiais, o complexo possui um campo de terra para o futebol amador, uma capela, uma sede administrativa e alojamento/Foto: Granadeiros Azulinos

Santiago Apóstolo é padroeiro tanto da Espanha como do Galícia Esporte Clube. Uma capela dedicada ao santo está instalada no Parque Santiago, onde está situado o estádio do granadeiro/Foto: Granadeiros Azulinos

Natural de Valença (BA), Washington é um dos maiores ídolos da história do Galícia. Jogou no time treinado por Aimoré Moreira na década de 1980 e na equipe vice-campeã estadual de 1995. Também é ídolo no Atlético (PR) e no Fluminense/Foto: arquivo

O amor pelo Galícia desconhece descendência, cor de pele, etnia, classe social e faixa etária/Foto: Alex Jordan/Ascom

Equipe que iniciou o Campeonato Baiano em 1967. Em pé : Adilson, Heitor, Enaldo, Nylon, Nelinho e Heraldo. Agachados: Nelson, Valtinho, Ourí, Josias e Russo. Neste dia, o Galícia bateu o Bahia por 4x2. Foto enviada por Heitor Prates. Neste ano, o Galícia foi "operado" pelo árbitro Armando Marques na final contra o Bahia, em uma das páginas sujas do futebol do estado/Foto: arquivo Heitor Prates

Alguns dos craques do time campeão baiano de 1968: o primeiro da esquerda para à direita é Valtinho, que permanece em forma e mais galiciano que nunca 40 anos depois. Ao lado dele, estava o ex-presidente Aurélio Viana. Já o último, com as mãos na cintura, é o lateral-direito Roberto Oliveira - herói do título/Foto: Granadeiros Azulinos

Torcida do Galícia bate recorde de público no Campeonato Baiano da 2ª Divisão 2007/Foto: Granadeiros Azulinos

Descoberto nos tradicionais "babas" (peladas) das praias de Salvador, o centroavante Oséas teve o Galícia como primeiro clube profissional. A partir de então, ganhou os campos do Brasil e do mundo, sendo artilheiro no Atlético (PR), Palmeiras e Cruzeiro. Chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira.

Time do Galícia ao final da década de 1930 (o clube foi fundado em 1933), no extinto Campo da Graça/Foto: Granadeiros Azulinos

Dois craques, dois gênios da bola. Nelson Leal (à esq.) e Valtinho deitaram e rolaram nos gramados baianos na década de 1960. Em 1968, eles foram fundamentais para a conquista do título de campeão baiano. Eles sempre se orgulharam por ter vestido o manto azulino e merecem sempre a nossa admiração/Foto: Murilo Gitel/Ascom

Registro do abraço do torcedor galiciano Walter Garcia em seu ídolo, Esquerdinha, que brilhou no Galícia nos anos de 1980/Foto: Murilo Gitel/Ascom

Ao lado de Nelson Leal e do torcedor do Ypiranga, a figura de Mário Gonçalves, que foi morar no céu no ínício de 2010/Foto: Shirley Paranaguá
















